Arquivo | novembro, 2010

Author Love XI

26 nov

Sexta feira, melhor dia da semana e hoje é dia de honrar um desses escritores espetaculares que tem por aí e que tornam minha vida melhor!

A escritora de hoje é a Brenna Yovanoff, que escreveu The Replacement. O livro é simplesmente sensacional, 5 estrelas, assustador e cheio de coisas feias e ao mesmo tempo encantadoras. O submundo governado por uma princesa tatuada, cheio de súditas mortas é simplesmente sensacional. Até as alergias do personagem a sangue, ferro e locais sagrados me deixou com os cabelos arrepiados. O livro é creepy e como diz a Meggie Stiefvater, devia ser lido depois do escurecer em um sussurro. A história é super interessante e eu fiquei torcendo para ter uma sequencia, mas infelizmente nada ainda. Mesmo assim o livro é perfeito! Maravilhoso MESMO!

A Brenna é americana, escreve livros Young Adult e segundo ela é boa em videogames e futebol. Ela é muito fofa, super aberta e tem um site lindo que você pode acessar aqui. The Replacement é seu primeiro romance. Você pode ler também a entrevista super legal que ela deu pro Reading Teen esses dias. Eu amei!

Cover Love XI

24 nov

Quarta feira é dia de Cover Love e eu sei que to posatando meio atrasado hoje, mas é porque meu livro anda dando muito trabalho!

Vamos lá!

Gostei muito de todas, mas a de Saltwater Vampire é bem meu estilo de capa. E a de Siren então? Linda!

Vídeo da Semana

22 nov

Gente, segunda feira, estou finalmente de férias, com tempo para me dedicar a escrever meu livro e atualizar o blog!!!

E hoje, claro, é dia de vídeo da semana, com direito a algumas novidades!!!

Tomara que gostem!

Movie Review: Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte I

21 nov

“Isso é maior do que você. Sempre foi maior do que você”

Estas são as palavras que Rony fala para Harry quando este último está prestes a sair sozinho para procurar as malfadadas Horcruxes. Sim, toda a trama sempre foi maior do que Harry, muito embora os livros e filmes levem o seu nome, mas a verdade é que este é o primeiro filme em que nós percebemos isso. David Yates, que já tinha dirigido com muita maestria o filme anterior, volta neste novo para mostrar que seu talento não tem nada de acidental. Sim, o último livro é mais negro, tem mais mortes, tudo parece perdido, mas Yates consegue captar o sentimento difícil de tristeza, de perda, que vem tanto pela situação fictícia do mundo criado por Rowling como pelo pesar dos fãs por esta jornada estar chegando ao fim.

Rowling dedicou mais de dez anos à escrever a série e nós dedicamos mais do que isso a lê-la e a acompanha-la ansiosos nas telonas. Harry amadureceu, nós também. E os filmes não ficaram para trás. Em nenhum dos outros filmes se sentia tanto o perigo iminente do domínio de Voldemort, que pode ser facilmente comparado a um governo nazista, que despreza os “sangue-ruins”. Hermione é torturada, mas mais do que sentir sua dor quando ela grita e Rony se debate impotente, sentimos seu absoluto arraso quando vemos as palavras Sangue Ruim gravadas com sangue no seu braço, e as lágrimas no seu rosto cansado. O sofrimento dos personagens é palpável, real, e capaz de segurar uma plateia em silêncio, mesmo que ela já saiba o que vai acontecer. Este é outro desafio de Yates: tornar momentos emocionais em surpresas fortes, mesmo que metade do mundo já saiba o que vai acontecer a cada segundo.

Um bom exemplo deste amadurecimento dos filmes é a belíssima cena entre Harry e Hermione, quando eles dançam em uma tenda logo depois da devastadora partida de Rony. Desajeitado, mas de bom coração, Harry dá a mão à amiga, apenas para lhe mostrar que ele está ali, que eles são amigos e que ainda há esperança enquanto estiverem juntos. Tudo isso é entendido nos sorrisos, nas risadas cobertas por música, na naturalidade da cena, talvez a mais honesta da franquia até agora. Naquele momento, a tristeza é arrasadora. Do tipo que faz o coração se encolher no peito. E isso não é um feito para muitos.

Devido a sábia decisão de dividir este filme em dois, não vemos correria. Não é só explosão, ação, varinhas voando para todos os lados. Não. Embora se trate de um filme de bruxos, este novo Harry Potter é humano, eu diria até trouxa. Mesmo os mais poderosos feiticeiros se sentem assolados por uma emoção muito humana: desespero. Falta de esperança. As cenas que retratam a demorada viagem de Ron, Harry e Hermione pelas florestas, aparatando e desaparatando, são ideais em sua duração, sendo completamente fieis ao livro. O ritmo é constante, e ainda que lento, mantém o espectador bem na ponta do assento.

Em se tratando de arte, o filme não ficou para trás. A cena do Conto dos Três Irmãos é simplesmente maravilhosa, narrada pela doce voz de Emma Watson e trabalhada com uma animação maravilhosa, negra e ao mesmo tempo mágica, exatamente como o filme em que se insere. Sim, o duelo Harry X Voldemort ainda está lá, mas pela primeira vez vemos que o filme não se trata só disso. É uma história sobre pessoas com algo pelo que lutar, pessoas assustadas, mas que ainda encontram coragem para resistir ao desespero. As atuações de Emma Watson e Daniel Radcliffe, normalmente tão fraquinhas, ganharam força neste novo filme, onde são forçados a experimentar emoções mais intensas, e o fazem como gente grande, aliás, como os adultos que se tornaram.

Violência e amor, dois sentimentos tão intensos, estão ainda mais intensos agora, quando vale tudo. Segredos são revelados e confissões são feitas e tudo isso serve para mostrar a aproximação do fim. É impossível descrever a experiência de assistir a um filme, eu sempre achei, mas acredito que este Relíquias da Morte é um filme cheio de sentimento, mais do que muitos filmes que tem como proposta o drama. Ele é dramático em sua realidade, o que só torna tudo muito mais assustador.

Ao sair do cinema, o sentimento é nostalgia. Nostalgia pelos livros que lemos, pelos momentos que vivemos e pela tristeza que sentimos quando tudo acabou. Estamos sendo relembrados de que Harry Potter vai sim, acabar, e embora eu não seja a maior fã do mundo, devo admitir, ainda que relutantemente, que os personagens estarão sempre comigo. E se você acha que todo esse sentimentalismo é exagerado para um filme ou um livro, é porque ainda não descobriu os prazeres enormes da imaginação.

Harry cresceu. A Rowling já teve que se despedir dele quanto colocou o último ponto no último livro. E agora é nossa vez.

Author Love X

19 nov

Sexta feira, é dia de Author Love e é claro que essa semana não podia ser nenhuma outra autora além da J.K. Rowling de Harry Potter!

Eu comecei a ler Harry Potter com 11 anos e terminei com 19, ou seja, cresci junto com o personagem assim como boa parte dos fãs de carteirinha. Não, eu não sou desses fanáticos que acha que Harry Potter é a melhor coisa já escrita, mas eu gosto MUITO dos livros, mesmo tendo passado por um período de raiva depois que virou modinha (todo mundo já passou por isso né?)

Eu amo o mundo criado pela Rowling nos seus detalhes mais do que eu amo a história em si. Harry é um heroi classico e Voldemort é um vilão clássico, mas nem por isso eles deixam de ser legais. Entre meus personagens preferidos estão Snape, Sirius, Lupin, Dumbledore, Tonks, Fred e Jorge Weasley e Ginny. Gosto deles porque tem personalides fortes e a própria cabeça!

Amo, amo amo amo Hogsmeade. Eu lembro do DIA que eu li a primeira passagem em Hogsmeade e fiquei encantada, saí contando pra todo mundo!!! Hoje, depois de mais de dois anos que terminei de ler a série e com toda essa coisa dos filmes novos (vou assistir amanhã UHULL) está me dando uma sensação de nostalgia muito tensa!!! Eu leria tudo de novo se não tivesse tantos outros livros pra ler!

Agora sobre a Rowling. ELa é britânica, como todo mundo sabe, e Harry Potter foi seu romance de estreia. Ela é atualmente a mulher mais rica do Reino Unido e eu vi um documentário sobre ela chamado Um Ano Na Vida de JK Rowling que é suuuuuper legal, acompanha a autora durante o último ano em que ela escreveu a série. É bem legal mesmo, se você é fã vale a pena.

O site dela é MARAVILHOSO e você pode conhecer aqui e saber tudo sobre a autora.

Cover Love X

17 nov

Hoje é quarta, dia de Cover Love e eu só separei capas lindas hoje!

Vamos lá:

A capa de Wolfsbane é a segunda de Nightshade, que eu já postei aqui no blog e é linda de morrer. A capa de Royal Blood é da série Vampire Kisses e todas as capas da série são lindas, igual a de Misguided Angel, da série Blue Bloods. Adorei a de Arson e a de Mermaid também. Droga, amei todas!!!

Vídeo da Semana

17 nov

Ai gente, eu sei, to super atrasada pra postar o vídeo dessa semana, mas é porque a falta de tempo e o Youtube uniram forças contra mim! Juro!

Anyway, aí está o vídeo, perdoem os erros de sempre. Minha compra essa semana foi um pouquinho diferente, vamos ver se vocês gostam!

Wallpaper de Os Sete Selos

16 nov

Geeente, olha o que a minha editora ACABOU de me mandar!!!

Um wallpaper que a Marina Ávila preparou de Os Sete Selos!!! Olha como ficou lindo!

Ahhh!! Enlouqueci!! Achei legal DEMAIS!

Ela também me mandou a arte do livro que está de BABAR, mas não vou mostrar agora porque não sei se passo e porque não está completinha ainda!!!

E aí, gostaram??

Adicionem o livro no Skoob aqui e no Goodreads aqui. E quem quiser ler o primeiro capítulo, é só ir no blog da Editora Underworld aqui.

O fim ou o começo?

16 nov

Estou revisando meu segundo livro e atingi aquele ponto que eu acredito que todo escritor passa onde ele lê seu manuscrito e fala “Meu Santo Deus que porcaria é essa que eu escrevi? Ninguém vai querer ler isso, eu dei meu sangue, suor e lágrimas nessa imbecilidade AI MEU DEUS EU SOU INCOMPETENTE ALGUEM ME MATE AGORA!”

Enfim, eu passei por isso com Os Sete Selos, tive vontade de engavetar e nunca mostrar pra ninguém, mas seguindo o conselho da maioria dos escritores que admiro, mandei meu trabalho pra fora e estou realizando o sonho de ser publicada. Sim, eu ainda estou completamente em pânico com a reação das pessoas, mas é verdade é uma só: eu escrevi o que eu gostava e cada palavra daquele livro tem a minha marca. Se ninguém gostar, bom, ninguém gostou. Claro que é maravilhoso ouvir coisas positivas sobre o seu trabalho, mas derrotas e críticas fazem parte da vida. Eu realmente me diverti escrevendo Os Sete Selos, assim como me diverti escrevendo esse novo livro e só isso faz tudo valer a pena.

Terminar um livro é o começo do trabalho duro. Quando você digita a última palavra, se permite sentir alívio por dois ou três segundos antes de perceber que você tem trezentas páginas pra revisar, muitas das quais foram escritas há vários meses e provavelmente tem um monte de bobagens que você precisa tirar. Tem aquele personagem que apareceu uma vez só e que você tentou fazer continuar, mas não deu (porque gente, personagem tem SIM vontade própria. Eu sou só um instrumento da vontade deles.) Tem aquele evento que era pra ser importante e você resolveu tirar. Eu demoro a escrever. Levo em média 8 meses, 1 ano pra terminar o primeiro rascunho porque quero que tudo fique perfeito.

E depois de revisar onze vezes todas as vírgulas e mudanças na trama, vem o momento decisivo de pânico de falar: acho que esse passarinho está pronto pra sair do ninho.

E voltamos ao ponto de partida. E SE NINGUÉM GOSTAR MEU DEUS???

Mas basta uma pessoa ler o seu livro e dizer: “Putz eu ADOREI seu livro, achei sensacional, tem mais??” pra você se sentir no topo do mundo.

Enfim, como sempre, a palavra da vez é persistência. E café. Ou coca. Qualquer coisa que tenha cafeína pra te manter acordado nas infinitas horas com seu olho ficando a milanesa diante do computador.

Author Love IX

12 nov

Sexta feira, véspera de feriado e a semana foi boa demaaaais da conta!!! Hahahaha!

E hoje, como toda sexta, é dia de Author Love que, para quem ainda não conhece, é uma coluninha semanal onde eu falo de algum autor que gosto e das suas obras.

A escolhida de hoje é a super foda, super criativa e super simpática Katie Alender.

O romance de estreia da Katie, Bad Girls Don’t Die, foi publicado pela Disney Hyperion e é simplesmente SENSACIONAL. O livro é de terror, conta a história da Alexis, uma menina que além de todos os problemas comuns da adolescência precisa lidar com a obsessão por bonecas da irmã mais nova Kasey. E essa obsessão vira uma coisa muito perigosa e muito assustadora.

Nossa, a Alexis é foda (muito parecida com a personalidade da Katie eu acho) e a Kasey é tipo a menina mais assustadora que eu já vi. O livro é daqueles que você lê agarrando as beiradas de raiva ou de pânico. Muuuito bom mesmo! Ainda vou fazer a crítica aqui.

Nascida nos Estados Unidos, Katie está atualmente trabalhando no terceiro livro da série que começou com Bad Girls Don’t Die. O segundo livro, From Bad to Cursed, vai sair em junho do ano que vem e eu estou triste de ter que esperar tanto.

Katie idealizou a mesa redonda que eu amo, chamada Author Mix, que ainda não tem previsão para a estreia da segunda temporada, mas os vídeos da primeira estão lá e são bem legais.

Você pode saber mais sobre a autora no blog LINDO dela aqui (olhem a parte de biografia, cheio de curiosidades) e podem segui-la no Twitter em @KatieAlender. Ela é super boazinha e muuuito gracinha.

Ah, e abaixo meu Book Trailer preferido, que por algum acaso é de Bad Girls Don’t Die. Já tinha colocado ele no blog, mas pra quem não viu, tá aí!